Juventude Social Democrata Caldas das Taipas


Congresso JSD Nacional


Por uma Juventude solidária!O próximo congresso da JSD vai ser diferente pois será marcado por várias novidades , uma delas é este programa de solidariedade social que agora te apresentamos. Nos próximos dias 28, 29 e 30 de Novembro vamos juntar à nossa actividade política 3 acções solidárias:1. Ser dador de Medula Óssea (tarde de Sábado dia 29) Vamos Dar! Na verdadeira acepção da palavra vamos dar um pouco do que é nosso para poder ajudar!
Vamos dar algumas gotas de sangue para o banco de dadores de medula óssea do Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão. Todos os anos surgem em Portugal entre 100 a 200 doentes de leucemia, numa taxa de prevalência de 1-2 por cada cem mil pessoas. Trata-se de uma doença oncológica que não escolhe idades, afectando adultos e crianças. Muitas vezes a única esperança de vida é a transplantação de medula óssea com um dador compatível. Com a colaboração de enfermeiros da JSD e do Centro de Histocompatibilidade do Norte faremos colheitas de amostras de sangue para inscrição de dadores voluntários de medula óssea. Dar não dói nada! Se tiveres formação nesta área (enfermeiro, médico, técnico de análises clínicas, etc) e puderes colaborar no processo de recolha avisa-nos para o email http://www.jsd.pt:2095/horde/imp/message.php?index=21486#
2. Recolha de Alimentos (entrega no local de credenciação ao longo do fim de semana)Numa altura de enormes necessidades sociais, quando é preciso mobilizar o país para acções de solidariedade, quando toda a ajuda é ínfima, a JSD vai realizar uma recolha de alimentos durante o congresso. Pretende-se que cada congressista/participante traga 2 kg ou mais de alimentos. Artigos como grão, arroz, massa, leite, feijão, enlatados são bem vindos. Queremos marcar este congresso pelo sucesso das campanhas. Com o apoio da Rede Europeia de Luta Contra a Pobreza, que estará representada no Congresso iremos apoiar pelo menos 14 instituições que já nos contactaram! Recolher os alimentos e fazer chegar a quem necessita é objectivo da JSD!Vejam estes dois videos http://8objectivos8agencias.blogs.sapo.pt/
3. Exposição de Carácter Social de ONG´s e IPSS´s (Sábado dia 29) Durante o fim se semana do congresso irá acontecer no pavilhão de Penafiel uma mostra solidária, com instituições a exporem os seus projectos em diversas áreas sociais. Teremos ONG´s e IPSS´s que actuam nas áreas do ambiente, do apoio social, nomeadamente a crianças e jovens desfavorecidos, do apoio e cooperação na ajuda humanitária, a partilharem experiências com os jovens sociais democratas. É nossa aspiração que esta mostra sirva de incentivo a todos, tanto na participação activa em instituições como estas, como na fundação de outras semelhantes. Queremos jotas empreendedores em ajudar! Contamos com a tua dedicação e participação nestes três eventos. Com um simples gesto podemos SALVAR UMA VIDA ou colher um sorriso!!!!Não custa nada, não dói nada e está ao alcance de cada um de nós. Se de alguma forma quiseres colaborar como voluntário na organização deste programa envia-nos um e-mail para http://www.jsd.pt:2095/horde/imp/message.php?index=21486#

Dia 19 de Novembro pelas 21h realiza-se o Concelho Distrital da JSD em Guimarães na sede da JSD no Toural, Participa !

Longos perdeu metade da população

A falta de emprego e a procura de melhores salários levaram à emigração de mais de metade da população de Santa Cristina de Longos, uma freguesia de Guimarães que, hoje, "é uma terra de casas vazias".
A afirmação é de João Ribeiro, presidente da Junta de Freguesia de Santa Cristina de Longos, a quarta maior freguesia, em área, do concelho de Guimarães.
Com dois mil habitantes, segundo o último Censo, e com 1.400 eleitores, na freguesia não vivem agora mais do que oitocentas pessoas. "Entre os 27 e os 40 anos, não há gente nesta terra", referiu o autarca.
Sem emprego ou à procura de melhores salários, as famílias estão a emigrar para França, para o Mónaco e para países improváveis como a Guiné ou Angola.
"Primeiro vai o marido para ver como é e, depois, passado pouco tempo, vai o resto da família. Uns levam os outros", explicou João Ribeiro.
A falta de pessoas é notada de várias formas. "A escola primária está a receber alunos de outras freguesias; nas poucas associações que existem a direcção é sempre a mesma porque não há quem a substitua e, aos fins-de-semana, Longos é uma terra deserta", disse a mesma fonte.
Olívia Pereira de Oliveira sabe o que é ver a família partir. Os três filhos de 29, 32 e 33 anos emigraram para França e, em Guimarães, ficou ela "às portas da reforma" e o marido "a receber o subsídio de desemprego".
"Tenho tantas saudades dos meus netos", disse a avó de quatro crianças que só vê "uma vez por ano". "As minhas filhas trabalham nas limpezas e o rapaz trabalha nas obras", referiu Olívia Oliveira, que reconhece que "tem que ser assim", justificando que os filhos "têm casas para pagar e em Portugal não se ganha dinheiro".
Com a família directa a viver perto de Paris, é Olívia quem cuida da casa dos vizinhos, também eles recém-emigrados. "Limpo a casa, trato das plantas, faço o que é preciso porque a juventude está toda no estrangeiro. É porta sim, porta sim. Não há família que não tenha ninguém a trabalhar lá fora", lamentou.
Fonte: JN



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